terça-feira, 24 de maio de 2011

Brasil fez pouco ou nada para combater suborno

A maior parte dos países que assinaram a Convenção Anti-suborno da OCDE (Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Económico), com Brasil, Chile e México encabeçando a lista, fez pouco ou nada para combater os subornos de pessoas e empresas estrangeiras, denunciou nesta terça-feira (24) a ONG (organização não governamental) Transparência Internacional.
No grupo dos maus alunos estão 21 países, entre eles, Austrália, Áustria, Brasil, Bulgária, Canadá, Estônia, Grécia, Luxemburgo, México, África do Sul e Turquia.
O estudo abarca 33 dos 34 países membros da OCDE - à exceção da Islândia - e os outros quatro que não pertencem a essa instituição que assinaram a convenção: Argentina, Brasil, Bulgária e África do Sul.
Dos 37 países que firmaram a Convenção da OCDE, apenas Dinamarca, Alemanha, Itália, Noruega, Suíça, Reino Unido e Estados Unidos, combateram ativamente os subornos como meio de obter contratos das administrações públicas, assegurou Huguette Labelle, presidente da Transparência Internacional em uma entrevista coletiva à imprensa.
- É a primeira vez nos sete anos que a Transparência vem realizando os relatórios sobre a Convenção Anti-subornos da OCDE que não foram registrados progressos.
Labelle apresentou o Informe sobre o Avanço do Cumprimento da Convenção Anti-subornos na sede da instituição em Paris, que este ano comemora seus 50 anos de vida.
Entre aqueles que cumpriram "moderadamente" os preceitos desta convenção que tenta evitar a corrupção, que encarece em até 25% o custo das compras das administrações públicas, estão Argentina, Bélgica, Finlândia, França, Japão, Coreia do Sul, Holanda, Espanha e Suécia.
O Banco Mundial calcula que o custo da corrupção atinge cerca de R4 1,62 bilhão (US$ 1 bilhão) por ano, e que os subornos recebidos pelos funcionários públicos dos países em desenvolvimento e emergentes por parte de empresas estrangeiras atinge entre R$ 32 e R$ 65 bilhões (US$ 20 e 40 bilhões) por ano.
- A enorme escala de subornos deixa em evidência por que é necessária a ação governamental para reforçar o cumprimento.
Segundo a própria revisão da OCDE do cumprimento de sua convenção, apenas cinco países puniram indivíduos ou empresas no ano passado, lembra a ONG. Mas o fracasso em erradicar este problema fará com que "floresça a corrupção e recursos dos pobres sejam desviados. E as empresas honestas serão as perdedoras".

sábado, 21 de maio de 2011

Surgia, no dia 21 de maio de 1911, o Mercado de São Brás.

Imponente, com uma cobertura feita de ladrilhos em preto e branco, paredes amarelas com quase um metro de largura e uma calçada extensa, surgia, no dia 21 de maio de 1911, o Mercado de São Brás. Ele enfeita Belém desde o ciclo da borracha com sua mistura de elementos neoclássicos com art nouveau, onde o ferro e o vidro pontuam como matéria-prima, escolhas do arquiteto italiano Filinto Santoro.
“Eu vim visitar um amigo que trabalhava aqui e acabei ficando por aqui mesmo. Passei por cada coisa, tenho muitas histórias nesse mercado, lembro da época da ditadura quando fomos retirados daqui pra uma feira livre na Praça do Operário e de lá para a feira da 25, e depois voltamos pra cá, quando só ficaram aqui os vendedores de artesanato”, relembrou o feirante Geraldo Lisboa Sales, 69 anos.
Alimentando os frequentadores e trabalhadores do mercado há 48 anos, Geraldo conhece bem a história do local: “ali onde ficam os dois castelos funcionavam banheiros públicos, e o prédio do meio era um albergue, Isso na época que a estrada de ferro passava por aqui e a movimentação era grande com as pessoas indo e vindo do interior. Hoje o albergue virou praça de alimentação, onde eu trabalho e afirmo que, se não fossemos nós limpar, ninguém faria”, completa.
Ele enfatizou que o melhor de ser feirante é o trabalho com o público. “É a melhor coisa, tem que passar muita credibilidade para conquistar fregueses. Eu adoro esse prédio porque já aprendi muita coisa aqui, no dia a dia”, apontou.
No complexo também são comercializados produtos de artesanato, pet shops, vestuário, mobília, artigos de umbanda, ervas, e conserto de ventilador a sapatos, CDs e DVDs, passando pelos tradicionais barbeiros e engraxates.
Outra que está na feira há um bom tempo – 38 anos – é a vendedora de tempeiros Conceição Lima, 79 anos. “Eu não era de feira, mas com a morte do meu marido que era comerciante, eu tive que enfrentar a vida e vim pra cá trabalhar, gosto muito das amizades e dos clientes”, contou.
Atuando há 30 anos como sapateiro, ofício que herdou do pai e já passou para o filho, José Ribamar Sodré da Silva disse que o mercado anda desprestigiado pelo público nos últimos anos. “Tenho alguns fregueses fiéis, mas antes de estar funcionando o Passe Fácil aqui dentro, o movimento andava menor, não entendo por que retiraram a parada de ônibus daqui da frente do mercado, nesse tempo era muito bom por que muita gente descia aqui e agora as pessoas têm que atravessar de lá da José Malcher e aí fica mais difícil”, pontuou.
O sapateiro acha que é preciso divulgar melhor o Mercado de São Brás – que fica num lugar estratégico, no cruzamento entre as avenidas Almirante Barroso, Magalhães Barata e José Bonifácio - assim como zelar mais por ele, conservar o espaço e limpar regularmente. “Acho que os marginais e ‘papudinhos’ que circulam por aqui espantam as pessoas, então precisamos de mais segurança aqui e lá embaixo no túnel, precisamos melhorar e divulgar esse mercado por que do contrário as pessoas esquecem que tem uma variedade grande de serviços que podem encontrar aqui”.

Feirantes querem que mercado seja modelo
Frequentador assíduo, o verdureiro Raimundo dos Santos acha o mercado tranquilo, onde encontra artigos de qualidade: “sempre faço minha feira aqui e há uns dez anos almoço aqui na barraca da Madá, a carne assada é uma delícia”.
A dona de casa Maria José Gomes de Castro recorre muitas vezes ao mercado por achar os supermercados muito caros e pouco convidativos. “Aqui o ambiente é melhor e o preço mais em conta, compro vassoura, farinha, de tudo mesmo, venho umas quatro vezes na semana”.
A Presidente da Associação de Empreendedores do Mercado de São Brás, a vendedora de ervas Rosana Araújo, apontou como uma das principais dificuldades enfrentadas a falta da segurança no prédio e áreas nos arredores. “Antes existia um posto da guarda municipal, mas o prefeito mandou retirar daqui, se você olhar a praça virou abrigo, assim como o subterrâneo que devia servir como estacionamento e depósito”, citou.
Segundo ela, a limpeza do complexo é feita por uma cooperativa de limpeza contratada pela associação, já que a prefeitura lava apenas a área externa do mercado, a cada dois meses.
“O espaço está deteriorado, aqui no mercado central temos muitas goteiras, infiltrações nas paredes, precisamos do apoio do poder público para que dure mais 100 anos”, arrematou Rosana, acrescentando que os feirantes desejam transformar o São Brás em um mercado modelo.
Luiz Carlos Silva, diretor geral da Secretaria Municipal de Economia, informou que foi feita uma reforma ano passado no telhado do mercado central. “Mas vamos precisar reformar esse telhado novamente por conta das infiltrações e goteiras, assim como o telhado da praça de alimentação, as obras começam assim que terminar o período chuvoso”, afirmou.
Quanto ao posto da guarda municipal que foi retirado e a falta de segurança no mercado, onde recentemente aconteceu a morte de um morador de rua que foi esfaqueado, ele admitiu que apenas o mercado do Ver-O-Peso ainda possui um posto fixo.
Ele disse que em São Brás o policiamento é feito por dois policiais militares que ficam no complexo das 6h às 18h. “Tem ainda uma viatura da PM que passa de hora em hora, mas nós sabemos que não é o suficiente para resolver o problema social dos moradores de rua que vivem no entorno e no próprio subterrâneo do mercado, apesar de que a iluminação pública foi recuperada e isso ajuda a diminuir a criminalidade no local”, acrescentou Silva.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

MP que desonera tablets

O governo federal vai publicar nesta semana uma medida provisória que inclui os computadores portáteis do tipo prancheta, conhecidos como tablets, na mesma categoria dos computadores e notebooks, concedendo ao produto desoneração de impostos. A medida estabelece uma classificação técnica para os tablets e determina isenção de Pis e Cofins.
“A medida provisória vai criar uma nova classificação para os tablets, incluindo na mesma desoneração que já têm os computadores”, explicou nesta segunda-feira o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.
Além da MP, o governo vai publicar uma portaria incluindo os tablets no Processo Produtivo Básico, que possibilita a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) de 15% para 3%. Além disso, alguns estados poderão oferecer desoneração de ICMS, que poderá baixar ainda mais o custo de produção dos tablets.
A expectativa do Ministério das Comunicações é que, com a redução de impostos, o preço dos tablets produzidos no Brasil caia cerca de 30% na comparação com o similar importado.

Celular pode afetar fertilidade masculina

Você já deve ouvido falar que o uso exagerado de notebooks no colo pode diminuir a qualidade dos espermatozoides, mas um novo estudo realizado no Canadá coloca outro aparelho na lista negra da fertilidade do homem: o telefone celular.
Durante pesquisas do Departamento de Farmacologia e Toxicologia da Queens University com casais com dificuldades em ter filhos, foi identificada uma influência negativa do portátil na produção de espermatozoides. Apesar do nível de testosterona nos homens que afirmaram utilizar o celular ser alto, o LH (hormônio luteinizante), importante no aparelho reprodutor, exibia níveis baixos.
As primeiras hipóteses são de que as ondas eletromagnéticas do eletrônico afetam a glândula pituitária, responsável pela produção do LH. Desse modo, a testosterona simples, que circula no sangue, fica impossibilitada de tornar-se uma substância mais potente, aquela capaz de intensificar a fertilidade.
Apesar das descrições assustadoras, tudo ainda não passa de hipóteses, já que nenhum padrão científico entre o aparelho celular e o LH foi detectado até o momento.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Duas em cada três pessoas acreditam que podem fazer melhor que chefes

Quase dois terços dos trabalhadores acreditam que podem fazer um trabalho melhor do que seus chefes, segundo enquete online realizada em 52 países por uma consultoria internacional de recursos humanos.
Segundo a enquete, 33% dos trabalhadores consideram seus chefes “totalmente incompetentes” e outros 34% dizem que seus chefes são “OK”, mas que eles próprios poderiam fazer um trabalho melhor.
Pouco menos que um em cada cinco trabalhadores que responderam à enquete disseram que seus chefes são melhores que eles, e outros 15% também descrevem seus chefes como “brilhantes”.
Segundo a pesquisa, os britânicos são os que menos veem seus chefes positivamente – 41% descrevem seus superiores como “totalmente incompetentes”, e apenas um em cada dez considera seus chefes “brilhantes”.
A enquete da consultoria Monster Worldwide, que ouviu mais de nove mil pessoas em 52 países, verificou ainda que os trabalhadores chineses foram os que se mostraram mais confiantes em seus chefes.
Os resultados indicam que apenas 15% dos trabalhadores chineses questionam a competência de seus chefes, enquanto quase um terço os vê como “brilhantes”.
Na América do Sul, 37% dos trabalhadores ouvidos disseram considerar seus chefes “totalmente incompetentes” e 32% os consideram “OK”, apesar de achar que podem fazer um trabalho melhor que eles.
Apenas 12% dos sul-americanos disseram considerar seus chefes “brilhantes”, enquanto outros 19% apenas veem seus superiores como mais capazes do que eles.

Frustração
A diretora de marketing da Monster na Grã-Bretanha, Isabelle Ratinaud, afirmou que a pesquisa revela uma grande frustração entre os funcionários de mais baixo escalão, cuja vasta maioria acredita ser suficientemente competente para assumir mais responsabilidades.
Para ela, os resultados não significam que a maioria dos chefes são tão ruins, mas indicam ressentimento dos empregados por causa dos salários mais altos dos chefes ou a falta de comunicação entre os chefes e suas equipes.
- Isso não significa que os funcionários devem aguentar um empregador incompetente. Se eles acham que podem fazer melhor, devem tentar uma promoção ou tentar uma posição de chefia em outro lugar.
Segundo ela, “é vital que os empregadores mantenham suas equipes o mais informadas possível e que os façam se sentir recompensados por um trabalho bem feito”.
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quarta-feira, 18 de maio de 2011

6 em 10 famílias brasileiras estão endividadas

Mais de 6 em cada 10 famílias brasileiras iniciaram o mês de maio endividadas. É o que mostra uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (19) pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo). O percentual dos consumidores que declararam ter dívidas passou de 62,6%, em abril, para 64,2% neste mês.
Isso significa que, mesmo com o crédito mais caro por causa dos aumentos das taxas de juros, os brasileiros continuaram comprando. Mais de 7 em cada 10 (71,8% do total) viam o cartão de crédito como o maior ralo do dinheiro da casa.
Os carnês eram um problema para 1 em cada 5 (20,7%). O crédito pessoal apareceu em seguida, endividando 12,4% das famílias. A soma dá mais de 100% porque os consumidores podiam ter dívidas em mais de uma modalidade, segundo a CNC.
Praticamente 1 em cada 4 (ou 24,4% do total) afirmou ter dívidas ou contas em atraso neste mês. Em abril, era pouco mais de 1 em cada 5 (ou 23,4%). O resultado, no entanto, ficou abaixo dos 25,1% registrados em maio de 2010.
Já o porcentual que declarou não ter condições de pagar suas contas ou dívidas voltou a subir, após queda expressiva no mês passado, alcançando 8,6% do total de famílias.
Ambos os indicadores - de famílias com contas em atraso e de quem não terá condições de pagá-las - estão no maior patamar observado entre janeiro e maio deste ano.
A pesquisa revelou ainda que as famílias com maior renda foram as que mais deixaram as contas atrasar. O total de endividados entre os que ganhavam mais de dez salários mínimos (ou mais de R$ 5.450 pelos valores de hoje) passou de 52,9% para 57,7%. Entre os que recebiam menos do que isso também houve aumento, mas ele foi menos intenso.
Ao olharem para as próprias finanças, 17,5% dos consumidores pesquisados disseram estar “muito endividados”. Em abril, eles eram 15,7%. Um ano atrás, eram 13,7%.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Ranking das diárias dos ministros

Nessa semana muito se discutiu nos meios de comunicação as diárias recebidas pela ministra da Cultura Ana de Hollanda. Depois da denúncia  que eventos da agenda da ministra eram marcados no Rio de Janeiro às sextas e às segundas-feiras subsequentes, a Corregedoria Geral da União (CGU), recomendou que fossem devolvidas cinco diárias pagas pelo final de semana, pois a ministra possui imóvel na capital fluminense.
Mesmo sem haver “improbidade na conduta da ministra”, conforme nota da assessoria de comunicação, o pedido foi acatado e o dinheiro será devolvido aos cofres públicos. Mesmo assim, Ana de Hollanda não perderá a primeira colocação no ranking de diárias recebidas, conforme levantamento feito pelo Contas Abertas neste sábado, dia 14 de maio, no Portal da Transparência do Governo Federal. Os ministros Alexandre Padilha, da Saúde, e Ideli Salvatti, da Pesca, disputam acirradamente o segundo lugar.
Até agora foram gastos R$ 207.466,15 em diárias com ministros, ou seja, a chefe da pasta da Cultura ficou com uma fatia de 12,8% do total. Comparativamente este valor é maior do que a soma de 17 ministros que menos receberam diárias.

 
Ranking de repasses de diárias

Ministro
Pasta
Diárias
1
Ana de Hollanda
Ministério da Cultura
26.508,81
2
Alexandre Padilha
Ministério da Saúde
18.714,26
3
Ideli Salvatti
Ministério da Pesca e Agricultura
17.988,51
4
Nélson Jobim
Ministério da Defesa
12.009,95
5
Maria do Rosário
Secretaria de Direitos Humanos
10.804,35
6
Aluísio Mercadante
Ministério da Ciência e Tecnologia
9.396,49
7
Izabella Teixeira
Ministério do Meio Ambiente
8.889,29
8
Fernando Bezerra Coelho
Ministério da Integração Nacional
8.117,34
9
Fernando Pimentel
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
7.625,29
10
Pedro Novais Lima
Ministério do Turismo
7.356,11
11
Orlando Silva
Ministério do Esporte
7.255,35
12
Afonso Bandeira Florence
Ministério do Desenvolvimento Agrário
7.024,77
13
Fernando Haddad
Ministério da Educação
6.063,67
14
Carlos Lupi
Ministério do Trabalho e Emprego
5.837,58
15
José Eduardo Cardozo
Ministério da Justiça
5.368,72
16
Wagner Gonçalves Rossi
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
5.197,81
17
Luiza Helena de Bairros
Secretaria de Promoção da Igualdade Racial
4.861,77
18
Iriny Lopes
Secretaria de Política para as Mulheres
4.824,21
19
Miriam Belchior
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão
4.031,00
20
Guido Mantega
Ministério da Fazenda
3.985,61
21
Moreira Franco
Secretaria de Assuntos Estratégicos
3.501,05
22
Paulo Bernardo Silva
Ministério das Comunicações
3.262,07
23
Jorge Hage Sobrinho
Controladoria Geral da União - CGU
2.636,44
24
Antônio Patriota
Ministério das Relações Exteriores
2.437,53
25
Edison Lobão
Ministério de Minas e Energia
2.422,00
26
Alfredo Nascimento
Ministério dos Transportes
2.298,55
27
Garibaldi Alves
Ministério da Previdência Social
2.126,49
28
Gilberto Carvalho
Secretaria Geral da Presidência da República
1.832,97
29
Mário Negromonte
Ministério das Cidades
1.468,13
30
José Elito Carvalho Siqueira
Gabinete de Segurança Institucional
1.368,17
31
José Leônidas Cristino
Secretaria de Portos
1.272,36
32
Luiz Sérgio Oliveira
Secretaria de Relações Institucionais
491,66
33
Luis Inácio Lucena Adams
Advocacia Geral da União - AGU
261,16
34
Tereza Campello
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome
215,68
35
Alexandre Tombini
Banco Central
0,00
35
Antônio Palocci
Casa Civil
0,00
35
Helena Chagas
Secretaria de Comunicação Social
0,00
Fonte: Portal da Transparência – 14 de maio


Contas Abertas